
Prodigy é o segundo volume da trilogia Legend, publicado pela editora Rocco. Então, caso você ainda não tenha lido o primeiro volume, acabará pegando alguns spoilers por aqui. (recado dado)
A historia de Prodigy começa exatamente no instante em que Legend foi encerrado: Day e June estão fugindo da Republica. Na fuga eles descobrem que o primeiro eleitor morreu e para se aliarem aos patriotas (até então a única saída para os dois), eles ficam encarregados de matarem o filho do novo eleitor, que assumiu o posto de seu pai.
Para isso ocorrer, June e Day se separam, e por conta disso, acredito eu, temos muito mais ação. Os personagens estão cada um fazendo a sua parte, separadamente, e você consegue acompanhar isso pelos dois lados.
O clímax acontece quando, ao se infiltrar na republica com a desculpa de uma busca pelo perdão, June descobre que o primeiro eleitor não é tão ruim como lhe foi passado, e ela acaba vendo nele a “escapatória” para muitos problemas. Diferente de seu pai, Anden quer mudanças.
Neste livro, Marie Lu superou ainda mais as nossas expectativas. A leitura flui ainda mais rápido. O ambiente e principalmente os personagens foram mais explorados. Ao terminar esse livro não ficamos apenas com um gosto de quero mais, ficamos com a sensação de que aqueles personagens estarão conosco, que podemos contar com a força de Day, a inteligência de June, o sentimentalismo (que agora virou força) de Tess, entre outros.
Temos de mortes a triângulos amorosos, revelações sobre o que foi deixado em aberto no primeiro livro e muito mais para ser explorado no terceiro.
Mais uma vez, Marie Lu arrasou em muitos aspectos. Super recomendo a leitura.


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